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  Arte
Algumas considerações sobre a Arte Cerâmica


Toda cerâmica é formada essencialmente de argila.

Quando conferimos ao material o exercício da modelagem, normalmente falamos: “vou modelar argila”, quando o correto é dizer: “vou modelar a massa”; uma vez que a argila é apenas um dos componentes dessa massa tão fantástica que, depois de seca, deve ir ao forno para ser queimada e, finalmente, receber o nome de cerâmica.

Cerâmica é a denominação a todos os objetos feitos com argila e queimados, ou seja, peça que é apenas modelada, mas que não recebe a temperatura adequada de queima não pode ser considerada cerâmica.

Estas peças, depois que recebem a primeira queima, podem ser pintadas, vidradas, texturizadas, entre muitos outros acabamentos.

A cor da massa cerâmica após a queima muda em função da quantidade e qualidade de matéria prima utilizada em sua composição. Assim, uma peça que antes da queima se apresentava negra, pode se tornar inteiramente branca ou de outra cor.

O barro bruto contém geralmente corpos indesejáveis, tais como pedras e raízes. Além disso, nem todos os barros são próprios para a confecção de objetos cerâmicos. O barro tem, portanto, que ser preparado, e é necessário adicionar-lhe outras qualidades de barro ou matérias-primas de acordo com a finalidade a que se destina.

O preparo do barro e a limpeza podem ser feitos de forma simples (como os ceramistas que vivem em zonas rurais o fazem) ou mais elaborada, onde o barro é limpo, temperado e embalado para o comércio.

A grande maioria dos ceramistas, amadores ou profissionais, não extrai o barro do solo, devido ao árduo trabalho de limpeza do material preferindo adquiri-lo pronto em lojas especializas e ateliês.

É interessante comentar a enorme gama de tipos e cores de massas disponíveis no comércio. Há massas de cor vermelha, negra, branca, marrom, creme. Massa para temperaturas diferentes de queima, e esse é sem dúvida um aspecto importantíssimo do trabalho da modelagem artística.

Além de definir a forma, a técnica e a cor, é também muito importante que se defina a temperatura e o tipo de atmosfera de queima que a peça deverá passar.

Quanto à temperatura, podemos classificar uma peça entre:
Baixa temperatura: até 1000 ºC
Média temperatura: entre 1000º C e 1200 ºC
Alta temperatura: acima de 1200 ºC

Quanto à atmosfera, uma peça se classifica entre:
Oxidante: queima livre de gás carbônico. Somente a presença do oxigênio garante uma queima sem fumaça e limpa. Uma queima assim é obtida em forno elétrico ou forno a gás com a chaminé totalmente aberta.
O forno elétrico é o mais simples de manuseio e que garante um processo limpo e seguro. É um forno construído com tijolos refratários e estrutura metálica que protege um complexo de resistências elétricas.
Redutora: queima com a presença de gás carbônico, devido à redução do oxigênio pelo fechamento da chaminé. Isto garante peças com efeitos da fumaça e com a tendência a serem mais escuras do que na queima oxidante.
O forno a gás é o mais utilizado, seguido do forno à lenha. O forno a gás é um tipo de forno que exige obrigação constante de normas de segurança.

Nota: Texto produzido por Celda Gaia – Ceramista e associada da ARN.







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